domingo, 17 de julho de 2011

Como ficaria o Brasil com os novos Estados?

Por Naiara Leão, iG Brasília

Se depender dos Projetos de Decretos Legislativos (PDCs) que tramitam no Congresso, o Brasil pode ter 37 Estados e quatro territórios da União, além do Distrito Federal (DF). A divisão territorial atual do País contempla 26 Estados e o DF. A maioria das propostas pede divisões nos Estados da Região Norte. O Amazonas, por exemplo, pode ter que ceder terreno para o Estado do Alto Solimões e o Território Federal do Rio Negro, entre outros.
A diferença dos territórios para os Estados é que eles teriam verba federal e sua gestão ficaria a cargo de um gestor indicado pela Presidência. Amapá, Acre, Roraima e Rondônia já funcionaram assim antes de ganhar status de estados. Além de ser aprovada pelo Legislativo, a criação de um novo Estado depende de um plebiscito que deve ser respondido pela população local.
Além dos pedidos para criar novas unidades da federação, há uma PDC que sugere a revisão dos limites do Piauí, Ceará e do Rio Grande do Norte. Municípios que ficam na região de fronteira poderiam passar a pertencer ao Estado vizinho, se assim decidisse a população em plebiscito.
Desde 1988, já passaram pelo Congresso 92 projetos similares. O pedido mais antigo é de 1988, de autoria do então deputado Chico Humberto pedindo a criação do Estado do Triângulo, em Minas Gerais. Essa e muitas outras proposições foram arquivadas, mas as ideias de novos Estados continuam ativas em outros 25 PDCs que tramitam na Câmara e no Senado.
Veja o mapa com os Estados e territórios federais que podem ser criados:
 
Saiba mais sobre cada estado:
Estado do Alto Solimões: Diversas propostas para desmembramento da região já circularam pela Câmara. O argumento é o mesmo usado em quase todos os projetos para a região Norte: levar serviços e infraestrtutura á população distante do poder central do estado.
Estado do Araguaia: Um dos PDCs que pede a divisão do Mato Grosso diz que, ao criar “arbitrariamente” o Mato Grosso do Sul, o governo agiu “partindo corações, gerando decepções de um lado e esperanças do outro”.
Estado de Carajás: Foi aprovado pela Câmara no início do mês. Há projetos com mais de 20 anos que pediam que a região, rica em minério fosse destaca do Pará.
Estado da Guanabara: Reativação do Estado da Guanabara que existiu entre 1960 e 1975 no território da cidade do Rio de Janeiro
Estado do Gurgeia: Ficaria no sul do Piauí. Há organizações locais que lutam pela separação que divulgam em livros, palestras e manifestações.
Estado do Mato Grosso do Norte: Argumento para separar a região é a distância da população da região à capial estadual, “ainda que muito
gratos pelo carinho, apoio estímulos que receberam do Sul do Mato Grosso”, diz o PDC.
Estado do Maranhão do Sul: O PDC que propõe a criação cita não só razões econômicas, mas também culturais para a mudança. “Prova disso é que hoje a nossa juventude tem optado por centros como Belém, Goiânia, Brasília, São Paulo e Palmas para realizar seus estudos universitários”, diz o texto proposto em fevereiro deste ano.
Estado do Rio Doce: A unidade da federação contaria com municípios das regiões do Rio Doce, da Mata e de Jequitinhonha/Mucuri.
Estado Rio São Francisco: Projetos que propõe a independência do oeste da Bahia foram apresentados – e rejeitados – diversas vezes.
Estado de Tapajós: Foi votado pela Câmara no início do mês, mas volta para o Senado que deve aprovar uma pequena alteração no texto e liberar o plebiscito.
Estado do Triângulo: É o único viável economicamente, segundo estudo de 2008 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A pesquisa considerava as propostas em tramitação naquele ano, entre as quais estava a do Triângulo.
Território Federal do Alto Rio Negro: A região banhada pelo Rio, no Amazonas é considerada muito isolada pela população, e por isso precisa ser um estado independente.
Território Federal do Oiapoque: A cidade mais ao norte do país pode virar território federal estratégico para vigilância de fronteiras e combate ao narcotráfico.
Território Federal do Rio Negro: Proposta por dois campeões de sugestão de novos estados: o senador Mozarildo Cavalcanti (PPB/RR) e o deputado João Herrmann Neto (PPS/SP)
Território Federal do Solimões: Também apresentado por vários parlamentares e aguardando votação da Casa há mais de dez anos.
 
 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Como acontece um eclipse?


No último dia 15 de junho ocorreu um eclipse lunar, visível no centro e no leste asiático, na Austrália, parte da África e aqui no Paraná.

Neste dia a Lua nasceu às 17:45h, exatamente no mesmo minuto em que o Sol se pôs, quando inicia então o eclipse. Como a luminosidade do final do dia ainda era grande, foi difícil perceber o fenômeno e, por isso, a Lua apareceu no céu já eclipsada. Às 18:00h a lua ficou completamente coberta e começou sair  da sombra da Terra, o que durou até aproximadamente às 19:00h.

Um eclipse acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro, podendo ser Lunar (acontece sempre em fase de Lua Cheia) ou Solar (acontece sempre em fase de Lua Nova).

Assim, quando a Lua entra na sombra da Terra, acontece um eclipse lunar e, se o clima permitir, esse fenômeno pode ser visto por toda a parte noturna da terra, diferente do eclipse solar que pode ser visto em apenas uma pequena região, por isso é mais comum vermos um eclipse lunar do que um solar.


ECLIPSES EM 2011:

04 de Janeiro: eclipse parcial do Sol - Visível em parte da Europa, Norte da África e Ásia central.
01 de Junho: eclipse parcial do Sol - Visível apenas de altas latitudes do hemisfério Norte.
15 de Junho: eclipse total da Lua - Melhor observado do centro e sul da África central, Madagascar, Oriente Médio e Índia.
01 de Julho: eclipse parcial do Sol - Visível apenas do oceano Antártico ao sul da África.
25 de Novembro: eclipse parcial do Sol - Visível ao sul da África do Sul, Antártica, Tasmânia e parte da Nova Zelândia.
10 de Dezembro: eclipse total da Lua - Visível da Austrália, China, Japão, Mongólia, Rússia e Alaska.

Capacitação contínua: equipe do Parque da Ciência realiza visita técnica ao canyon do Guartelá e aos Arenitos de Vila Velha!

No dia 18/06, a equipe do Parque da Ciência realizou, com a colaboração da Mineropar,  uma visita técnica ao Parque Estadual do Guartelá e ao Parque Estadual de Vila Velha, dois dos mais belíssimos pontos turísticos do estado do Paraná. Esta visita faz parte do constante processo de capacitação dos monitores do Parque da Ciência para apresentar, entre os mais diversos assuntos, o espaço paranaense.

Criado em 1992 com o objetivo de assegurar a preservação dos ecossistemas típicos, oferecendo aos visitantes uma excepcional beleza cênica como os “canyons”, cachoeiras e insinuantes formações rochosas, o Parque abriga o Canyon do Rio Iapó ou Canyon Guartelá, considerado o 6º maior Canyon do mundo em extensão, além de ser o único com vegetação nativa, conforme consta no Guiness, Livro dos Recordes.

O Guartelá possui inúmeros atrativos, que configuram em belas paisagens, lugares misteriosos e insinuantes formações rochosas. Caminhar por suas trilhas ladeadas de vegetações rupestres, onde brotam em abundância plantas exóticas ou ainda pelas sinuosas trilhas entre os campos nativos, descobre-se belezas como a impressionante Cachoeira da Ponte de Pedra, com cerca de 200 metros de altura, que apresenta a formação de uma ponte cortando a cachoeira e sob a qual corre a água. Além desta maravilha natural podemos encontrar os “Panelões do Sumidouro” e o majestoso Rio Iapó que corta o desfiladeiro com grandes corredeiras.


Vila Velha localiza-se no município de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais – Segundo Planalto Paranaense. Um dos mais importantes sítios geológicos do país, o parque possui área de aproximadamente 3.122 hectares, e foi criado em outubro de 1953, através de uma Lei Estadual. Para visitação é possível conhecer o Arenito Vila Velha, as furnas e a lagoa dourada.

A característica mais marcante do Arenito Vila Velha é seu relevo em forma de ruínas. Segundo dados da MINEROPAR (Instituto Geológico do Paraná) a formação do arenito presente no local remonta a 300 milhões de anos, no Período Carbonífero, quando havia a formação do grande continente chamado de Gondwana (América do Sul ligada à África, Antártida, Oceania e Índia). A ação do intemperismo moldou formas no arenito, atualmente existem 29 catalogadas, entre estas destaca-se a Taça, símbolo de Vila Velha.

Muitas lendas indígenas explicam as formações do arenito, sendo que a principal é a da Itacueretaba, que na língua tupi significa ‘extinta cidade de pedra’.

Outro ponto de destaque do Parque de Vila Velha  é a Lagoa Dourada, que possui esse nome pela cor refletida na água pelos raios do sol ao entardecer. Tem suas águas ligadas às furnas e contém espécies de peixes como traíras, bagres, carpas e tilápias.

Na área externa do Parque da Ciência, o nosso Estado é apresentado no Palco Paraná - maquete de 5.000m2, onde estão representados o relevo,a hidrografia, as sedes dos 399 municípios e as principais áreas urbanas e rodovias, durante a visitação geral ao parque e é pormenorizado durante as visitas temáticas do projeto Bicho do Paraná.

Interessado? Então visite www.parquedaciencia.pr.gov.br.

Quer saber mais sobre o Parque de Vila Velha ou sobre o
Parque do Guartelá? Então visite:
http://www.pg.pr.gov.br/parque-estadual-vila-velha
http://www.tibagi.pr.gov.br/turpage/modules/conteudo/index.php?pagenum=2

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Panelões do sumidouro - Guartelá.
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Cachoeira da ponte de pedra - Guartelá.
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Monitora apresentando as formações - Vila Velha.

Tripulação completa última caminhada espacial da história do Endeavour e astronauta bate recorde de tempo no espaço

Os astronautas Mike Fincke e Greg Chamitoff completaram no dia 27 de maio às 8h39min, horário de Brasília, a última caminhada espacial da história do ônibus espacial Endeavour, que durou 7 horas e 24 minutos. Todos os objetivos da missão foram realizados. Ao todo, a tripulação do ônibus espacial que realizou operações fora da nave durante esta última viagem ficou em seu exterior por 28 horas e 44 minutos.

Às 6h02min, Fincke e Chamitoff superaram as mil horas que astronautas e cosmonautas passaram em caminhadas espaciais para montagem e manutenção da Estação Espacial Internacional (ISS). Esta foi a 159ª caminhada espacial com estes objetivos, num total de mil e duas horas e 37 minutos.

Na noite de 27 de maio, Mike Fincke se tornou o astronauta que passou o maior número de dias no espaço, batendo o recorde de Peggy Whitson, de 377 dias. Ao todo, durante as várias missões espaciais que Mike completou, foram 381 dias.

Durante a missão de 16 dias do Endeavour no espaço, sua tripulação deixou o Espectômetro Magnético Alpha na ISS, peça central de um pioneiro experimento a partir do qual os cientistas esperam revelar os segredos da misteriosa matéria escura. Eles também repuseram peças, como duas antenas de comunicação e um tanque de alta pressão. 

Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/05/27/tripulacao-completa-ultima-caminhada-espacial-da-historia-do-endeavour-924548981.asp#ixzz1NZhdjV9H

Cuidando do Planeta: Um projeto de educação ambiental!

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Passagem pela trilha.
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Circuito energia.
Vivemos numa época onde cada vez mais a ação e o modo de vida do ser humano causam conseqüências marcantes ao ambiente no qual estamos inseridos. Com o objetivo de incentivar uma reflexão e uma tomada de atitude pelos estudantes das séries iniciais que visitam o Parque da Ciência o Programa Pequenos Cientistas - Grandes Cidadãos disponibiliza um projeto intitulado “Cuidando do Planeta” que procura sensibilizar as crianças a respeito dos impactos  ambientais produzidos pela geração de energia elétrica, pelo desperdício de água, pelo destino incorreto dos resíduos sólidos, pelo desmatamento e pela poluição em geral.
Este projeto é dividido em dois momentos, sendo que um deles na área interna do Exploratório e o outro na área externa em uma trilha até a Represa do Iraí, nas imediações do Parque da  Ciência.     

Dentro do Exploratório no “Pavilhão Água” os estudantes visualizam a proporção de água doce e salgada no planeta Terra e sua distribuição nos três estados físicos, bem como, o consumo consciente da água e os conflitos relacionados com a mesma. Ainda neste espaço, aborda-se a distribuição de água no Brasil, a conservação e preservação da natureza e a ação do homem na transformação do espaço levando-se em consideração seus impactos. Em outro momento no “Pavilhão Energia” são apresentadas as diferentes formas de geração de energia elétrica, ressaltando as conseqüências ambientais, sociais e econômicas e qual o papel do homem no uso racional da energia elétrica. No “Pavilhão Cidade” são trabalhados os temas de separação e reciclagem, reutilização e redução de resíduos sólidos, bem como sua destinação correta.

Na área externa, é realizada uma caminhada até a beira da Represa do Iraí, que é um lago que abastece parte da região metropolitana de Curitiba. Durante essa caminhada são trabalhados assuntos como desmatamento, floresta ciliar, bio-indicadores, eutrofização de lagos, animais silvestres, plantas nativas e exóticas, alimentos orgânicos, entre outros assuntos. Além disso, são realizadas algumas atividades como observação de animais utilizando binóculos, dinâmicas como da teia da vida e do tempo x lenhador. O objetivo deste segundo momento do projeto é colocar os estudantes em contato com a natureza e despertar neles a consciência pelo respeito e cuidado com os elementos que compõem o nosso meio ambiente e incentivar atitudes que venham de encontro com a visão de sustentabilidade.

Aproximadamente 6 mil estudantes e professores já participaram deste projeto desde a sua criação e os resultados têm sido satisfatórios. Segundo relatos de alguns professores, o projeto vem ao encontro das necessidades da escola uma vez que os estudantes vivenciam os conteúdos de maneira prática, visual, concreta, divertida e dinâmica.

Destacamos a mensagem recebida da Professora Ana Caroline Schoegel da Escola Municipal Felipe Zeni em Pinhais, que relatou algumas mudanças de comportamento de seus estudantes com relação ao meio ambiente após a visita ao Parque da Ciência. Ela comentou que os estudantes ficaram impressionados com a quantidade de água potável disponível em nosso planeta, tanto que o desperdício de água em sua escola diminuiu. A Professora Ana revelou ainda que uma mãe a procurou querendo saber um pouco mais sobre a técnica de compostagem, após uma breve explicação de seu filho.

Percebe-se a importância deste trabalho pelo fato de que mesmo após a participação no projeto “Cuidando do Planeta” os assuntos continuam presentes na sala de aula, conforme comentou a Professora Ana Caroline.

Quer participar deste projeto? Então entre em contato com a equipe do Parque da Ciência para maiores informações.

Atividades de Ciência Móvel no mês de julho!

As atividades do projeto "Céu do Paraná" não param. Entre 06 e 10 de junho de 2011 ocorreu o I FOCAR (Curso de Formação Continuada em Astronomia) em Ponta Grossa, evento que contou com a participação de mais de 500 pessoas, entre professores, acadêmicos e público em geral. Estamos organizando a edição do FOCAR para Curitiba em agosto e, assim que concluirmos os procedimentos, teremos um boletim especial sobre o evento.

Dando continuidade às ações, estão previstas para os meses de julho e agosto, uma série de viagens a cidades do interior do Paraná, chamadas de "Ciência Móvel", começando pelo município de Imbaú nos dias 09/07/2011 e 10/07/2011. Durante estes dias, teremos sessões de planetário e, em caso de céu aberto, observação do céu no período noturno.

Se você mora em Imbaú e nas proximidades, fique atento ao site do projeto para conferir o horário e o local das atividades. Caso você more em outros municípios, consulte o site também, para verificar se sua cidade está na programação deste ano.

Informações: http://ceudoparana.uepg.br, clique no link "viagens".
LOGO - CÉU DO PARANÁ
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Palestra com o astronauta brasileiro Marcos Pontes - I FOCAR
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Planetário móvel do projeto.

2011: Ano Internacional da Química!

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Clique para visitar o site oficial.
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Laboratório de Química do Parque da Ciência.
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Laboratório de Química do Parque da Ciência
Toda a matéria que conhecemos é formada por átomos, que se combinam de várias formas produzindo desde as substâncias que são necessárias à vida, nossos alimentos, medicamentos, materiais mais econômicos, resistentes e menos poluentes, até as substâncias que causam a morte.

A Química é a área da ciência responsável pela compreensão de como os elementos da natureza reagem entre si, quais os produtos dessas reações e como se dá o ciclo da energia nesse processo. Desta forma, a Química está em todo o lugar. Em todo o instante. Inclusive, dentro de você.

Diante desta importância, 2011 foi proclamado pela 63ª Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional da Química, objetivando celebrar as grandes descobertas e discutir os avanços tecnológicos na área. Presta também, uma homenagem ao centenário do prêmio nobel concedido à física polonesa Marie Curie, pelo isolamento do Rádio (Ra) e do Polônio (Po).

O Parque da Ciência conta com diversos itens de seu acervo destinados à abordagem da Química. O mais importante é o Laboratório de Química localizado no Pavilhão Água, onde são realizadas experiências curiosas que visam despertar o interesse pelo estudo desta área do conhecimento, em sessões de 15 minutos em média. Para os que desejam aprofundamento na área, o Parque dispõe da visita temática "Química: da História à Tecnologia", com duração média de 2 horas, onde são abordados desde a origem da Química, até as tecnologias de ponta em desenvolvimento.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Parque da Ciência ganha nova recepção!

Utilizando as habilidades da equipe de serviços gerais do Parque da Ciência e recursos do fundo rotativo, a antiga sala de recepção foi recuperada, ganhando nova pintura e iluminação. As obras foram iniciadas com a impermeabilização da laje, passando à revisão/ampliação da rede elétrica e telefônica e aplicação da tinta branca que servirá de base para a arte que será grafitada em suas paredes, tematizando o espaço com os assuntos do Parque.

Este espaço foi dotado, também, de uma sala de leitura e espera para professores, guias de turismo, familiares e pessoal de logística.  
Vista geral.
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Vista geral.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Astronomia desde cedo!

 
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Conversando sobre o sistema solar.
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Conhecendo o telescópio.
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Observando no telescópio.
            O Parque da Ciência, por meio do Programa Pequenos Cientistas – Grandes Cidadãos, desenvolve vários projetos temáticos voltados para estudantes das séries iniciais do Ensino Fundamental. Um desses projetos é denominado “Viajando Pelo Universo”, cujo principal objetivo é iniciar os participantes no campo da Astronomia.
            Neste projeto, são utilizados recursos interativos e dinâmicas, além de explicações que abordam assuntos como algumas características das estrelas, algumas curiosidades dos planetas, vida fora da Terra, movimentos de rotação e translação, eclipses, telescópios, meteoros, constelações entre outros.
            No projeto “Viajando pelo Universo” acontece inicialmente uma dinâmica onde os participantes montam uma escala de tamanho e de posição dos planetas do Sistema Solar. Depois, em um painel com imagens reais os estudantes conhecem algumas características e curiosidades dos planetas. Em outro espaço é utilizado um recurso tridimensional robotizado denominado Sistema Sol-Terra-Lua, onde são demonstrados alguns movimentos destes astros que dão origem às estações do ano, aos dias e noites, além de eclipses e fases da Lua. Num terceiro momento, os estudantes participam de uma sessão no Planetário onde conhecem um pouco mais sobre as estrelas, Via Láctea, localização, constelações tradicionais e constelações indígenas brasileiras. Além disso, outras informações como aspectos históricos da Astronomia, a conquista do espaço, a invenção e a utilização dos telescópios e a diferença entre astronautas e astrônomos são abordadas com os estudantes.
            Tudo isso é trabalhado de uma maneira lúdica e divertida, porém sem deixar de lado o caráter científico das informações. Desde a implantação do projeto em 2006, já participaram aproximadamente 8 mil pessoas, incluindo estudantes na grande maioria e professores.
            Segundo relatos de professores, o projeto vem ao encontro com as necessidades da escola, que na maioria das vezes não dispõem de recursos para trabalhar o tema Astronomia em sala de aula. Os estudantes também demonstram grande interesse e curiosidade ao participar do projeto, uma vez que falar sobre céu, estrelas, planetas, Universo enfim, sempre foi algo que instigou a humanidade ao longo dos tempos.
            Se você também ficou curioso e interessado em participar do projeto “Viajando pelo Universo” entre em contato com a equipe do Parque da Ciência através do telefone (41) 3666 - 6156 ou clique aqui.