quinta-feira, 12 de julho de 2012

Vem aí a FACE 2012!


Promovida pelo Parque da Ciência, a Feira Anual do Conhecimento Escolar (FACE) é uma mostra de projetos científicos e culturais desenvolvidos por estudantes da Educação Infantil e do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Seu objetivo central é a interação e troca de experiências entre educadores, estudantes e pesquisadores.

Em 2012 a 5ª edição da FACE ocorrerá paralelamente à I Mostra Científica, Artística e Cultural, promovida pela Secretaria de Estado da Educação, que é direcionada aos estudantes e professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, médio e técnico.

Além da exposição dos trabalhos, a FACE contará com palestras, oficinas, visitas temáticas ao acervo do Parque da Ciência, desafios e outras atividades, além da tradicional cerimônia de premiação dos destaques com medalhas, troféus e visitas técnicas.

Em breve serão divulgados o regulamento, ficha de inscrição e demais detalhes. Fique atento!
 
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Bóson de Higgs: Após quase 50 anos, a busca pode chegar ao fim!

Por Anisio Lasievicz - Parque da Ciência

Há quase 50 anos atrás o físico Peter Higgs previu a existência de uma partícula que explicaria o motivo pelo qual a matéria teria massa. Em 04/07/2012 físicos de todo o mundo voltaram suas atenções para a sede do CERN (Organização Européia para pesquisa Nuclear) em Genebra na Suíça, onde é anunciada que a busca pode ter acabado. 



Através da análise de mais de 500 trilhões de colisões de partículas no LHC (sigla em inglês para a maior máquina do mundo - O Grande Colisor de Hádrons), os cientistas detectaram uma partícula de está de acordo com as previsões acerca das características do bóson de Higgs, o que dá uma grande certeza de sua existência e contribui para o coroamento do Modelo Padrão (teoria dedicada à explicar mundo subatômico) como uma das mais bem sucedidas de todos os tempos. 

Para saber mais:



Ciência no Brasil: o tamanho do Sol.

Por Anisio Lasievicz - Parque da Ciência

Ao questionarmos um estudante sobre quantos cientistas brasileiros ele conhece, provavelmente a resposta será nenhum, um ou talvez dois nomes, ainda mais quando as pesquisas estão relacionadas a grandes investimentos em instrumentação, como é o caso da Astronomia. 

Entretanto, diversos pesquisadores brasileiros desenvolvem trabalhos de ponta em áreas como Nanotecnologia, Química dos materiais e, especialmente, em Astronomia e assuntos correlatos. Um deles é o paranaense Marcelo Emílio, Doutor em Astronomia pela USP e professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Com a colaboração de pesquisadores americanos do Havaí e de Stanford, o pesquisador paranaense utilizou o trânsito de Mercúrio (passagem do planeta na frente do Sol em relação à Terra em 2003 e 2006) para efetuar a medição do diâmetro do astro rei mais precisa realizada até momento. A nova medição aponta que nossa estrela tem um diâmetro de 1.392.684 km, 700km a mais do que a medição anterior.

Os fenômenos associados ao Sol têm impacto direto na vida terrestre, uma vez que diversas alterações (luminosidade, vento solar, radiações, variações no tamanho) interferem nos ciclos da natureza e nos equipamentos responsáveis pelas telecomunicações e transmissão de eletricidade.

Para saber mais consulte:

Obtenção de mudas de árvores ou plantas ornamentais a partir de estacas (galhos) da planta mãe.

Por Ricardo Carilini - Parque da Ciência

Um dos produtos químicos usados no enraizamento de estacas é o Ácido Indol Butirico (também conhecido por suas iniciais AIB), um hormônio da família das auxinas - reguladoras do crescimento vegetal que atuam em partes das plantas, acelerando o seu enraizamento.

O AIB em pó é vendido em frascos com 1g, deve ser misturado a um litro de água para obtermos a solução enraizadora. A quantidade da solução que iremos usar depende do número de estacas que queremos enraizar. Se forem poucas estacas, usamos só meio grama de AIB para meio litro de água. Depois de preparada a solução, se houver sobra, esta deverá ser conservada em geladeira, em torno de um mês sem perder as suas propriedades, sendo necessário revestir a garrafa ou recipiente com papel alumínio para que não seja atingida por claridade.

O primeiro passo é selecionar os galhos que vão ser enraizados e cortá-los, adequando o seu comprimento ao vaso para plantio, variando a altura de 20 a 50 centímetros geralmente. A espessura pode variar entre a de um lápis e um dedo.

Um fator importante para o sucesso do enraizamento é a imersão das estacas num tempo de 30 a 60 segundos. Colocar sempre a ponta da estaca com a parte mais grossa na solução, na altura de cinco centímetros. A vantagem deste enraizador é que podemos, na sequência, levar as estacas para os vasos ou plantar direto nos canteiros. O AIB é encontrado também na forma líquida é comercializada com a solução pronta e o tempo de imersão está indicado pelo fabricante.

Um método natural, mas com tempo de enraizamento demorado pode ser feito com garrafas plásticas. Corta-se a parte de cima da boca da garrafa onde está a tampa, uns 20 centímetros, mas sem tirá-la totalmente. Colocar água no fundo da garrafa até cobrir de 03 a 06 centímetros o pé das estacas. Colocar sempre a parte mais grossa dos caules para baixo. Fechar a parte aberta da tampa com uma fita crepe e deixar em local que apanhe sol e sombra. Se a água abaixar muito, complete até que comecem a surgir raízes num prazo de 20 a 40 dias.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

O que são constelações?

Por Anisio Lasievicz

A observação do céu e dos fenômenos cíclicos da natureza confunde-se com a própria história do ser humano. Um costume que, possivelmente, fora iniciado apenas por curiosidade e fascinação, transformou-se em uma das mais poderosas ferramentas para o desenvolvimento do homem, facultando a nossos ancestrais, a possibilidade de “entender” a natureza e, principalmente, de tentar prevê-la, localizando-se no tempo e no espaço. Previsão de épocas de frio, calor, chuva, estiagem, de plantio, colheita e localização espacial são algumas das informações obtidas através do acompanhamento do céu.
Hoje, os aparatos tecnológicos e a dinâmica de nossa sociedade diminuíram essa necessidade, por mais que ainda façamos isso, porém, munidos de equipamentos sofisticados e com outros propósitos.
Figura 1

Visando organizar facilitar a identificação dos objetos e a transmissão dos conhecimentos, os povos antigos começaram a agrupar as estrelas em figuras associadas a elementos culturais (animais com os quais convivia, deidades, objetos de uso corriqueiro, entre outros). Tais conjuntos receberam o nome de constelação (do latim constellātiō - conjunto de estrelas).


Figura 2
Entretanto, para a Astronomia moderna, constelação não é mais um desenho no céu, até porque, as estrelas que formam o Cruzeiro do Sul (figura 1),  por exemplo, não têm qualquer relação, nem sequer estão próximas umas das outras. Constelações são definidas como sendo regiões do céu (figura 2), delimitadas por linhas de coordenadas constantes. 

A Astronomia reconhece 88 constelações oficiais, baseadas nas observadas pelos sumérios, babilônios gregos e egípcios, além das recentes, idealizadas no período das grandes navegações. Porém, é importante lembrar que cada civilização que passou pela face da Terra imaginou seus próprios desenhos, ou seja, a interpretação tradicional é uma das possibilidades e nada impede que você observe o céu e crie suas próprias constelações.

Saiba Mais:



Fontes das Figuras

Figura 1: http://www.starrynightphotos.com/constellations/images/crux_o.jpg
Figura 2: http://scienceinthesky.files.wordpress.com/2011/01/constellationboundaries1.jpg

quarta-feira, 4 de julho de 2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

sábado, 9 de junho de 2012

Novas visitas temáticas para o 2º Semestre!


A partir do mês de agosto o Parque da Ciência disponibilizará novos temas para o programa de Visitas Temáticas, que consiste em uma modalidade de atendimento focada em uma área específica. A equipe pedagógica está nos preparativos finais para a execução dos seguintes Projetos: 

Ciência: Uma construção Histórica: De que maneira a humanidade está presente nas produções científicas? Como estas produções sofrem influência da sociedade em diferentes momentos históricos? Como o conhecimento científico é usado de forma a interferir diretamente em nossas vidas? Nesta visita temática buscaremos expor a Humanidade presente na ciência, tanto através dos fatores sociais, econômicos e políticos que influenciam na produção científica, como também de que maneira essa produção cientifica influência e esta presente no cotidiano da humanidade.

Caçadores do Passado: Você já pensou em como sabemos tanto a respeito dos animais e dos humanos primitivos? Como entender o passado da Terra e um pouco da história do homem a partir de escavações? Visando responder a essas perguntas e almejando despertar no público o interesse na preservação do patrimônio arqueológico e paleontológico, é que desenvolvemos este projeto. Os participantes poderão vivenciar na prática, de forma lúdica e interativa, o cotidiano de arqueólogos e paleontólogos.

Curitiba: de povoado à metrópole: Desde o surgimento das cidades a vida urbana evidencia contrastes, sejam eles de ordem social, econômica ou cultural. Para ilustrar a realidade curitibana, o Parque da Ciência promove uma viagem pela história da cidade, passando pela formação do povoado e sua evolução urbana até os dias atuais, provocando reflexões e contribuindo para uma possível leitura da metrópole contemporânea.

(Re) pensando o Meio Ambiente: Como conciliar a evolução tecnológica, o aumento na demanda de energia e o respeito aos limites do planeta? A temática ambiental é de fundamental importância na formação de um cidadão ético e participativo. Busca-se estimular ações que diminuam os impactos ambientais, auxiliando o participante a correlacionar seu modo de vida com os recursos renováveis e não renováveis por ele utilizados.

Por dentro do corpo humano: Você conhece seu corpo? Como a Genética explica a semelhança e, ao mesmo tempo, a diversidade entre seres humanos? Digestão, respiração, locomoção, reprodução, interação corpo e mente e a importância de hábitos que levem ao cuidado com a saúde são alguns dos assuntos abordados durante esta atividade.

Fazendo Arte: Você já pensou em descobrir o mundo através da Arte? A Arte é essencial para o desenvolvimento da expressão do mundo, pois permite criar uma concepção mais abrangente da realidade em que vivemos. Busca-se o desenvolvimento intelectual, motivacional e ocupacional dos participantes, colocando as manifestações artísticas como mediadoras do processo.

As referidas visitas temáticas têm o devido grau de aprofundamento conforme seu público alvo, podendo este ser: estudantes das séries iniciais através do Programa PCGC (Pequenos Cientistas, Grandes Cidadãos), estudantes de 6º ao 9º ano e Ensino Médio.

Mais informações estarão disponíveis em breve no site do Parque da Ciência, seção "Oficinas".

Planetário do Parque da Ciência ultrapassa a marca de 14.000 sessões!


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Entrada do Planetário. 
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Constelações ocidentais visíveis a leste no início da noite de Verão.
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A mesma região do céu segundo a ótica guarani: a Constelação do Homem Velho.
O Planetário do Parque da Ciência é um dos espaços que mais cativam o visitante. Trata-se de um ambiente munido de equipamentos que projetam as estrelas em uma cúpula, permitindo representar o céu de qualquer época do ano e horário.

As  apresentações do Planetário do Parque da Ciência possuem temática diferenciada, uma vez que é um dos poucos no país a divulgar a Astronomia segundo a ótica dos índios brasileiros, principalmente os que habitam o território paranaense. Em sessões com duração média de 30 minutos, é estabelecido um paralelo entre a interpretação ocidental e indígena dos fenômenos e ciclos astronômicos, visando preservar e divulgar a cultura dos povos indígenas.

Desde 2004foram realizadas mais de 14.000 sessões, contempladas por um público aproximado de 350.000 pessoas, envolvendo estudantes de diversos níveis, professores e comunidade em geral.

Itinerância: Parque da Ciência em Apucarana, Palotina e Tibagi!


Em junho o Parque da Ciência estará nas etapas de Apucarana (01 a 03/06), Palotina (15 a 17/06) e Tibagi (23 e 24/06) do programa Paraná em Ação.

O estande do Parque conta com experimentos como o Gerador de Van de Graff e o Planetário do projeto "Céu do Paraná", onde a população pode conhecer um pouco mais do céu noturno.

O "Paraná em Ação" é um programa coordenado pela Secretaria Especial de Relações com a Comunidade e objetiva oferecer serviços gratuitos que promovam a cidadania e a inclusão social da população. As datas e sedes das próximas edições estão disponíveis no site www.serc.pr.gov.br.

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Parque da Ciência realiza visita técnica na Fábrica da Renault!


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Equipe na recepção do complexo.
No dia 22 de Maio a equipe pedagógica do Parque da Ciência realizou uma visita técnica na Fábrica da Renault do Brasil, localizada na cidade de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.

A atividade possibilitou acompanhar a rotina das duas unidades de produção de veículos localizadas naquele complexo, desde a moldagem das chapas de aço até os testes finais dos automóveis. Todo o processo de visita foi acompanhado por técnicos da Renault.

A visita integra o processo de capacitação permanente da equipe de monitoria do Parque da Ciência, e teve o intuito de contribuir para as discussões sobre o tema “Cidade e Indústria”, que foi foco dos debates realizados no seminário de formação ocorrido na segunda-feira anterior à atividade.

Novidades no Parque da Ciência!


A partir do dia 19 de junho o acervo do Parque da Ciência contará com um novo instrumento de divulgação científica: o software Bio Digital Human. Este software consiste em um modelo 3D manipulável do corpo humano, contendo todos os órgãos e estruturas.

O corpo humano é um dos temas preferidos dos estudantes conforme apontado pelo nosso sistema de avaliação das visitas, que objetiva fornecer dados para repensarmos constantemente a prática pedagógica no Parque da Ciência e, também, para orientar a expansão do acervo em temas de interesse dos visitantes.
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Imagem do software. Copyright Bio Digital Human.

Educadores do NRE de Maringá participam do III FOCAR e XXVII EREA!


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Construção dos foguetes.
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Observação do céu.
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Participantes.
Entre os dias 28 e 31 de maio foram realizados o III FOCAR (Curso de Formação Continuada em Astronomia) e XXVII EREA (Encontro Regional de Ensino de Astronomia), na Universidade Estadual de Maringá.

O evento reuniu aproximadamente 130 professores de Ciências, Biologia, Geografia e Física do NRE de Maringá, que participaram de diversas palestras enfocando Cosmologia, Astrobiologia, evolução estelar, sistema solar,  Arte e Ciência; de oficinas envolvendo a construção de materiais didáticos e de foguetes a ar e água; de dinâmicas, sessões de planetário e de observação do céu a olho nu e com telescópios. Cada participante recebeu um planisfério, livros com sugestões de atividades práticas a serem desenvolvidas em sala e, para cada escola representada, foi distribuída uma luneta chamada Galileoscópio.

O Parque da Ciência esteve presente prestando auxílio na execução do evento e ministrando oficinas, sessões de planetário e atividades de observação e reconhecimento do céu.

O IV FOCAR está previsto para a segunda quinzena de julho, em Toledo. Mais informações estarão disponíveis em breve no site www.ceudoparana.uepg.br.

terça-feira, 5 de junho de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012