segunda-feira, 3 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A Curiosidade "sobre" Marte!
- Posted on 15:26
- by Parque da Ciência
- 3 comentários
Por Anisio Lasievicz
Em 4 de outubro de 1957 o ser humano envia ao espaço uma bola de cerca de 80kg, cuja função principal era emitir um “bip” captado por qualquer rádio doméstico, visando testar a capacidade de comunicação no espaço. Cinco anos depois, o primeiro ser humano vai ao espaço e, em 1969, a humanidade pisa em um mundo diferente do seu.
Hoje, 55 anos depois do Sputnik, o homem envia um jipe robótico de 900kg – um dos laboratórios mais avançados do planeta – por mais de 80 milhões de quilômetros, em uma viagem de 9 meses. O nome da missão: Curiosidade.
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| Jipe Curiosity. |
Os objetivos de tanto esforço consistem em avaliar o potencial de Marte ter abrigado vida em um passado distante, quais os níveis de radiação e o ciclo da água no planeta, em um tempo aproximado de 1 ano e 10 meses mas, as expectativas são de que a missão forneça dados por mais de uma década, uma vez que o jipe possui geradores de energia elétrica e de calor à base de plutônio.
A missão teve diversas etapas críticas, das quais o pouso foi, sem dúvida, a mais perigosa. Páraquedas e retrofoguetes não eram suficientes para frear um objeto de quase uma tonelada a 22 mil km/h na rarefeita atmosfera marciana, exigindo um sistema de içagem, ou seja, um guindaste com retrofoguetes desceu o jipe até o solo marciano. Se não bastassem todas essas complicações, os pesquisadores e controladores ainda tinham a agonia de esperar uma "eternidade" de 14 minutos para constatar se a operação foi bem sucedida (o tempo que a informação leva para visjar de Marte até a Terra).
Alguns diriam: por que tanto empenho? A curiosidade moveu o ser humano através dos tempos e é o foguete da Ciência. Esse é um motivo. Mas, ao compreendermos como outros mundos funcionam, talvez entendamos mais do nosso mundo e, principalmente entendamos como preservá-lo, reparando os erros cometidos e diminuindo a chance de novos erros.
Herbário do Parque da Ciência integra-se à rede mundial de coleções botânicas!
- Posted on 11:57
- by Parque da Ciência
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O Herbário
IRAÍ do Parque da Ciência
entrou para o
Index Herbariorum, uma rede que
congrega 3.400 herbários e
aproximadamente 10.000 pesquisadores ao redor
do mundo, gerenciada pelo
Jardim Botânico de
Nova Iorque. O site
oferece diversos sistemas de
busca personalizados, os quais fornecem
dados sobre espécies,
distribuição geográfica, número de
exemplares, curadores, pesquisadores
e especialistas em cada campo de atividade.
O Herbário
IRAÍ abriga cerca de
6.500 exemplares de plantas de
diversas famílias, além de
frutos, sementes e amostras
de madeira, com todo o banco
de dados disponível para
acesso on-line através do
Index Herbariorum e do
Species Link.
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Curitiba, Paiçandu e Mandaguaçu recebem o programa Paraná em Ação!
- Posted on 11:38
- by Parque da Ciência
- Nenhum comentário
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A capital
paranaense recebe as
atividades e serviços do programa Paraná em
Ação entre os dias 01 e
02 de setembro, na
Praça Nossa Senhora
de Salete, em frente ao Palácio
do Iguaçu. A população
terá acesso a diversos
serviços em um único lugar,
como, por exemplo, a confecção de
documentos, orientação
jurídica, orientações e exames
de saúde, além de atividades
educativas e de lazer.
Na região
norte do estado, o
Paraná em Ação
estará nos municípios de Paiçandu
e Mandaguaçu, entre os dias 15
e 16 e 22 e 23
de setembro, respectivamente.
O Parque da
Ciência
é parceiro no evento e estará
presente com as sessões do Planetário
do Projeto Céu do Paraná e com diversos
experimentos
científicos.
O programa Paraná em Ação é
coordenado pela Secretaria
Especial de
Relações com a Comunidade
e visa ofertar
serviços e
atividades que promovam a
inclusão
social e a cidadania. Mais informações
podem ser encontradas no site do programa
www.serc.pr.gov.br.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
A Música para os pensadores e a história da música - Parte II
- Posted on 23:32
- by Parque da Ciência
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Por Elaine Barbosa
SEMIBREVE (4 TEMPOS)
MINIMA (2 TEMPOS)
SEMINIMA (1 TEMPO)
COLCHEIA (1/2 TEMPO)
SEMICOLCHEIA (1/4 TEMPO)
FUSA (1/8 TEMPO)
SEMIFUSA (1/16 TEMPO)
Toda a música é escrita sobre um pentagrama ou partitura, um local com 5 linhas e 4 espaços onde desenha-se as notas musicais, que são 7 (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si). Esta partitura pode ter espaços e linhas a mais tanto para cima como para baixo, sendo que estes devem ter o mesmo formato da partitura central, ou seja, 5 linhas e 4 espaços. A partitura acima é para sons agudos (voz mais fina, oitava acima), e a partitura abaixo para sons graves (voz mais grossa, oitava abaixo), elas são representadas assim:
Toda música deve conter: MELODIA: é a combinação dos sons sucessivos – dados um após o outro (dá sentido a música) de dó a dó; HARMONIA: é a combinação de sons simultâneos, dados de uma só vez. - combinar as notas (dó e ré tocadas juntas); RITMO: é a combinação de valores (sem ritmo não existe música); sendo que valor da nota é especificado através do “desenho” na pauta:
MINIMA (2 TEMPOS)
SEMINIMA (1 TEMPO)
COLCHEIA (1/2 TEMPO)
SEMICOLCHEIA (1/4 TEMPO)
FUSA (1/8 TEMPO)
SEMIFUSA (1/16 TEMPO)
As notas musicais foram descobertas pelo sábio grego Pitágoras (séc. VI a.C.), ele estabeleceu uma escala de sons adequados ao uso musical, definindo doze notas musicais, sendo sete delas “naturais” (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) e mais cinco “acidentes” (dó #, ré #, fá #, sol # e lá#), sendo que o símbolo # é chamado de sustenido.
Acompanhando as notas musicais na partitura, surgem as claves que dão nome às notas. São elas: clave de sol, clave de fá e clave de dó.
O som, por sua vez tem algumas características, tais como: ALTURA - quanto maior a sua vibração, mais agudo e o contrário, mais grave. DURAÇÃO - determinada pelo tempo (valores das notas ou pausas). INTENSIDADE - nota fraca e nota forte. TIMBRE - é a “cor” de cada som, é através dele que identificamos a diferença entre uma guitarra e um baixo, é a voz do instrumento.
Através do timbre, conseguimos saber a diferença de um instrumento para outro, sendo que estes estão separados em três categorias: percussão, corda e sopro.
Nos instrumentos de corda existe uma caixa acústica que amplifica o som produzido pela vibração das cordas (violino, viola, piano, violão, por exemplo). O comprimento das ondas (sons) é geralmente variado pelos dedos da mão esquerda. Obtêm-se os diferentes tons variando tal comprimento. A harpa e o piano são exceções, pois não é possível variar o comprimento das cordas da harpa, então seus pedais variam a tensão aplicada em tais cordas. Já o piano possui cordas com tensões definidas. Utiliza-se de alavancas associadas às teclas para que se acione a corda.
Nos instrumentos de sopro, o músico vibra o ar diretamente, utilizando-se dos próprios lábios, da força do diafragma e do controle das aberturas do instrumento. Na maioria deles, muda-se a frequência do som alterando-se o comprimento da coluna de ar. O músico aumenta a coluna de ar cobrindo os orifícios e a diminui descobrindo. Ex.: flauta, clarineta, saxofone.
Nos instrumentos de percussão o que vale é o ritmo e não a harmonia. Os sons nestes instrumentos dependem da vibração da película flexível em que se bate com baquetas ou mão. Ex.: tambor, bateria, xilofone, marimba.
Agora que conhecemos o que é música, a sua história, a sua notação e os tipos de instrumentos utilizados para expressar toda esta sonoridade, devemos analisar se a música é apenas para ouvirmos ou se ela pode ser utilizada em outras áreas do conhecimento científico e social.
Em tratamentos psicológicos, estudos mostram o poder que possui a música de “curar” certas doenças. Trabalhos clínicos são realizados em várias áreas: Deficiência mental (retardo, síndromes genéticas); Deficiências físicas (paralisia cerebral, amputações); Deficiência sensorial (surdez, cegueira), Doenças mentais (área psiquiátrica, autismo, problemas neurológicos); Distúrbios sociais (crianças e adolescentes de rua ou carentes); distúrbios de aprendizagem e comportamento; em geriatria (idosos). Mas porque a Música ajuda no tratamento de doenças?
O Dr. Masaru Emoto e sua equipe realizou experimentos com água e música. Colocou água destilada entre dois alto-falantes, tocando tipos diferentes de música durante algumas horas e então fotografou os cristais que se formaram após a água ter sido congelada. Música calma cristais harmônicos, músicas de Rock cristais destorcidos. Lembremos que nosso corpo é formado de 70% de água. Assim, pensamentos, sentimentos, emoções refletem-se em nosso corpo.
Nas técnicas de cultivo, pesquisadores do Instituto Nacional de Agricultura Biotecnologia da Coréia do Sul expuseram uma plantação de arroz ao som de 14 fragmentos de música clássica, enquanto monitoravam seu nível de atividade genética. Observaram que a música ativou 2 genes RBCS(hereditariedade) e ALD (no ser humano Adrenoleucodistrofia - atinge o sistema nervoso central e insuficiência supra-renal – filme óleo de Lorenzo) e que ativaram também os genes responsáveis pelo crescimento da planta, percebendo que a música ajuda no desenvolvimento das mesmas.
Toda esta diversidade de sons também é muito utilizada em uma cultura muito próxima à nossa: a indígena. Para eles, a música é associada ao universo transcendente e mágico, sendo empregado em todos os rituais religiosos. Usada para socialização, culto, ligação com os ancestrais, exorcismos, magia e cura. A sua sonoridade apresenta uma enorme sutileza e complexidade, sendo de difícil transcrição para a partitura. Seus instrumentos incluem percussão e sopro, que podem ser feitos de: sementes, madeiras, fibras, pedras, objetos cerâmicos, ovos ,ossos, chifres e cascos de animais. Segundo lendas, a música foi dada pelos deuses. Para outros, a criação delas se deve ao pajé, que as entoam em seus transes ou aos guerreiros mais distinguidos da tribo, que sonham com elas.
Seja para os povos mais antigos, para civilizações diversas ou para gostos distintos, a música faz parte de nosso dia a dia. Desde antes de nascer ouvimos música e passamos nossa vida toda apreciando esta sonoridade. Tudo na natureza produz música, os pássaros, o vento, as plantas, o mundo é musical. Sem música não há vida, sentimento, razão, vontade, ânimo, coragem. Somos movidos e motivados pela mágica musical de nossos pensamentos. Se estamos cansados, relaxamos ao som de uma música calma, se elétricos, expressamos esta energia com sons mais enérgicos e vigorosos, se românticos, somos elevados no tocar de sinfonias melodiosas e inebriantes de amor. Nascemos, crescemos, envelhecemos e morremos ao som de músicas que nos tocam, emocionam e nos invadem a alma, no mais intimo de nossos pensamentos. Música é arte, som, vida e poder.
Abertas as inscrições para curso de Cerâmica do Parque da Ciência!
- Posted on 22:59
- by Parque da Ciência
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Produção parcial do curso de cerâmica.
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Estão
abertas as inscrições para o
Curso de Modelagem em
Argila, oferecido pelo Parque
da Ciência, em parceria com o SENAR
(Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) aos educadores
da rede pública.
O Curso de
64 horas acontecerá em duas
etapas: a 1ª entre os dias
01 a 04 de outubro e a 2ª, entre os dias 15 e
18 de outubro, no Atelie de
Arte do Parque da Ciência. Os
participantes aprenderão as
principais técnicas de
modelagem de argila, aspectos
químicos e físicos, técnica
de construção de forno para
queima, e decoração das peças
cerâmicas.
São disponibilizadas
15 vagas para os NRE's AM Norte
(5 vagas), AM Sul (5 vagas) e Curitiba
(5 vagas), aos professores de Arte,
Ciência e Biologia. Os
interessados deverão inscrever-se de
acordo com o procedimento padrão
da SEED junto a seus núcleos
de atuação.
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2ª Etapa do projeto "Paraná em nossos pés" é concluída"
- Posted on 22:52
- by Parque da Ciência
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| Clique para acessar a galeria de imagens. |
Entre os
dias 13 e 17 de agosto
o 2º Planalto do
Paraná foi o foco do curso de capacitação "Paraná em
Nossos Pés",
organizado e executado pelo
Parque da Ciência. O evento
contou com a presença dos
técnicos da Disciplina de Geografia
de 29 núcleos regionais de educação,
que participaram de palestras,
oficinas e aulas de
campo, refletindo sobre os
principais aspectos do 2º
planalto paranaense.
Pautado por uma
abordagem interdisciplinar e plurimetodológica,
o objetivo do projeto é ampliar a
bagagem técnico-científica dos técnicos da
disciplina sobre a Geografia e História
de nosso estado, para que atuem como
multiplicadores deste saber em suas regiões,
produzindo materiais didáticos, ministrando
oficinas e outras atividades
formativas aos professores da rede pública.
Também visa incentivar o uso
da aula de campo como estratégia
metodológica para a abordagem dos conceitos e conteúdos da
Geografia.
O curso foi iniciado
pela palestra do Antropólogo Carlos
Balhana (UFPR), que abordou a ocupação
dos Campos Gerais, seguida pela
oficina "A música como recurso didático nas aulas de Geografia",
do Prof. Marcos Torres (UFPR).
No segundo dia, foi realizada uma aula
de campo cujo roteiro passou pelo pelo
Complexo Industrial de Araucária,
Região Rural de Contenda,
Monumento aos Tropeiros, Teatro
São João, Museu Histórico da
Lapa, Panteão dos Heróis e
Museu das Armas. O terceiro
dia foi marcado pelas aulas de campo
nos Icnofósseis de São Luis do Purunã, Morro
do Cristo e Escarpa Devoniana,
Colônia Witmarsum, Parque
Estadual de Vila Velha e parada
em Carambeí. No quarto dia, a
Fazenda Capão Alto e o
Memorial da Imigração Holandesa em
Castrolanda, e o Parque Estadual do Guartelá
foram os pontos de parada. O 5º
e último dia foi iniciado pela atividade "Geografia em
forma de Arte", onde os participantes produziram
instalações visando retratar aspectos,
conceitos e conteúdos abordados
durante as palestras, oficinas e aulas de campo. Todas estas
atividades foram orientadas por
docentes de diversas áreas (Geologia,
Antropologia, Biologia, História, Arte, Geografia), os quais
forneceram uma visão abrangente
e integrada do recorte espacial analisado.
O projeto "Paraná em nossos
pés" contou, nesta 2ª fase, com a colaboração
da Minerais do Paraná (MINEROPAR), Instituto Paranaense de
Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES) e o Instituto
Ambiental do Paraná (IAP).
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
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A 2ª etapa do curso "Paraná
em Nossos Pés" acontecerá entre os dias
13 e 17 de agosto
no Parque da Ciência. O projeto é uma iniciativa do Parque da
|Ciência e tem como proposta contribuir
para a capacitação incisiva dos técnicos
pedagógicos da
disciplina de Geografia dos 32 NRE's do estado acerca da
Geografia do Paraná, para que
capilarizem os conhecimentos
adquiridos em suas regiões de
atuação.
A primeira
etapa do curso
ocorreu em novembro de 2011 e teve como
foco das discussões o
Litoral e o Planalto de
Curitiba. Nesta fase, o
2º Planalto será
o tema balizador das atividades, que
compreenderão oficinas,
palestras e aulas de campo nos Parques Estaduais de Vila Velha e
do Guartelá, Colônia Witmarsum, Centro Histórico da Lapa,
Cooperativa Castrolanda, entre
outras.
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Fazenda Capão Alto - um dos lugares
das aulas de campo.
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Capacitação contínua: Parque da Ciência em diversas atividades de formação!
- Posted on 00:44
- by Parque da Ciência
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Visando ofertar o
melhor atendimento a seus visitantes, o
Parque da Ciência possui um
programa de capacitação
permanente da equipe pedagógica, o
GPC -
Grupo de Pesquisa Científica. Todas as segundas-feiras são
realizadas atividades de
formação como a discussão do acervo
presente nos pavilhões temáticos, seminários e visitas técnicas.
Aproveitando o período de
diminuição das visitas em virtude das férias escolares, as
atividades formativas foram
intensificadas para a capacitação
dos novos mediadores e realização de
visitas técnicas e aulas de
campo.
No dia 25/06 a equipe
visitou
o "Espaço Terra" da MINEROPAR,
exposição dedicada mostrar a
importância da Geologia e da
Mineração no cotidiano das pessoas,
através de maquetes, painéis, exemplares de rochas e minerais. A
troca de informações e experiências
ampliou a qualidade do
atendimento nas áreas do Parque que
abordam tais temas, como,
por exemplo, o Pavilhão Terra.
Também foram realizadas duas
saídas a campo:
o roteiro turístico de Pinhais (onde o Parque da Ciência
constitui um dos pontos) com o apoio da Prefeitura do município
e um roteiro pelo Centro
Histórico de Curitiba, iniciado no
Museu Paranaense e que contemplou o
Largo da Ordem, as
principais praças e edificações do centro da capital,
organizado
pela equipe de Ciências
Humanas do Parque.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A Música para os Pensadores e a História da Música - Parte I
- Posted on 21:36
- by Parque da Ciência
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Por Elaine Barbosa
Falar de música é falar de
sentimento, é libertar o nosso íntimo e colocar na partitura todo o ser de uma
pessoa. Ali iremos encontrar o romantismo, o amor, a solidão, a desilusão, os encontros e desencontros, a revolta sobre aquilo que não pode ser mudado ou
apenas a manifestação de um pensamento ilusório diante de uma realidade muitas
vezes não tão promissora como deveria ser. Música é a arte de mostrar, exprimir
os diversos sentimentos através do som. Vejamos o que alguns estudiosos
declararam sobre esta arte.
Para Platão (Atenas 427-347 a.C) “a música é um meio mais
poderoso do que qualquer outro porque o ritmo e a harmonia têm a sua sede na
alma (razão). Ela enriquece, confere-lhe a graça e ilumina aquele que recebe
uma verdadeira educação”.
Para
Aristóteles (Estagira 384-322 a.C) – “A música tem o poder de formar a
personalidade e podem-se distinguir os diferentes gêneros de música fundados em
diferentes modos pelos seus efeitos sobre o caráter. Tal gênero determina a
melancolia, a moleza, encoraja o abandono; o outro, o autodomínio e o
entusiasmo”.
Santo
Agostinho de Hipona (Tagaste 354-430) – “Confesso que ainda agora encontro
algum descanso nos cânticos que as vossas palavras vivificam, quando são
entoados com suavidade e arte. Quando ouço cantar essas vossas palavras com
mais piedade e ardor, sinto que o meu espírito também vibra com devoção mais
religiosa e ardente”.
Jean
Jacques Rousseau (Genève 1712-1778) – “Mesmo que toda a natureza esteja
adormecida, o que a contempla não dorme, e a arte do músico consiste em
substituir a imagem imensurável do objeto pela dos movimentos que a sua
presença excita no coração do contemplador”.
Georg
Freidrich Wilhelm Hegel (Estugarda 1788-1860) – “O que principalmente
caracteriza a música é o vai e vem, a subida e a descida, movimentos harmônicos
e melódicos, a progressão mais ou menos retardada, mais ou menos acelerada”.
A
música eleva a alma. Conhecida por Platão como razão, faz com que o ser que a ouve
seja inebriado pela sua poesia e sua magia. A música acompanhou o desenrolar e
o desenvolvimento humano, tanto intelectual como social, onde o homem expressou
- e ainda expressa - sua criatividade, dando enfoque à época e aos fatos que
estão ocorrendo no momento. A prosperidade de uma sociedade é colocada em
letras musicais, o abandono do povo também é descrito nas partituras e lidas
como poemas ou mesmo como desabafo pelo descaso com a população. É a voz dos
rejeitados pela sociedade, ou,, simplesmente, uma expressão da realidade vivida
e que muito pouco pode ser alterada.
Como
os povos viam e vivenciavam a música durante a história?
Na
Idade Antiga, os povos contemplavam a música de formas diversas. Em Roma importavam
canções e instrumentos musicais e os discursos no Senado tinham acompanhamento
musical. O 1º teatro com acústica foi construído em Pompéia em 55 a.C. e comportava
40 mil pessoas, além do favorecimento às Artes por Nero.
Para
os Sumérios, a música exercia papel importante para os ritos solenes. Nos Assírios,
a música é associada ao poder e os músicos dos povos conquistados sempre eram
poupados. Na comunidade Hebraica, era utilizada na religião ou festas e, após
Davi, ocorre um pleno desenvolvimento da música. Os Chineses respeitavam os
músicos que pertenciam a uma classe social privilegiada. Os Gregos atribuíam aos
deuses a sua música, um meio de alcançar a perfeição. Mas para os Egípcios a
música era pouco valorizada e tocada por classes inferiores (escravos).
Na Idade Média existiam os Cantos litúrgicos vocais.
Gregório Papa em 590 compilou e selecionou vários cânticos dignos de culto
(cantos gregorianos), onde a língua usada era o latim. A partir do século XI, o
uso da pauta tornou-se habitual.
Na Idade Moderna ocorrem três fases na criação de músicas:
Renascentista: 1400 a 1600
d.C. músicos: Claúdio Monteverdi, William Byrd, Josquin des Préz, Henrique VIII
– influencia apenas sugestiva ainda mantinha a música da Idade Média.
Barroca: Vai do surgimento da
ópera por Monteverdi até a morte de Bach em 1750. Música fecunda e
revolucionária, é a época mais importante da música ocidental, se opõe ao modo
gregoriano – Vivaldi, Boccherini.
Romântica: 1815 a início
séc. XX. Músicas emocionam tem sentimento, intuição. Sinfonias e concertos são
escritos. Chopin, Verdi, Wagner, Mendelssohn, Schumann, Tchaykovsky,
Rachmaninov, Strauss.
No século XX a música sofre influência do jazz, música
eletrônica e aleatória em uma reação contra o estilo romântico, tendo como características:
melodias curtas e fragmentadas, ritmos vigorosos e dinâmicos, uso de vários
ritmos ao mesmo tempo, timbres e sons novos retirados de aparelhagem
eletrônica. Músicos como: Stravinsky, Francisco Mignone, M. Ravel, Villa Lobos,
fazem parte desta fase.
A Música contemporânea destaca-se pela imensa habilidade
musical, imaginação e criatividade, com usos de equipamentos eletrônicos como
sintetizadores, computadores e softwares de composição.
Mas de onde vem toda esta criatividade? Qual é a métrica
de toda esta criação sonora? D’onde
partiu a pauta ou pentagrama onde se escreve as notas musicais? Quais as notas
musicais? O que é melodia, timbre, harmonia, ritmo? Quais são os tipos de
instrumento que escutamos? Onde a música é utilizada? Iremos responder estas
questões, mas lembremos que, talvez,
nosso padrão melódico se desenvolva a partir daquilo que nos habituamos a ouvir
desde criança.
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O 4º Curso de Formação
Continuada em Astronomia (FOCAR) e 29º
EREA (Encontro Regional
de Ensino em Astronomia) foram realizados no Campus da PUC em
Toledo, entre os dias 18 e 21 de julho de 2012.
O evento reuniu
aproximadamente 170 participantes, entre professores da rede
estadual e municipal e acadêmicos. Durante os 4 dias de
atividades, foram realizadas diversas palestras e
oficinas que
enfocaram a discussão de conceitos e
fenômenos astronômicos e a
construção de materiais didáticos, como, por exemplo,
foguetes
ar/água, relógios de sol, modelos de sistema Sol-Terra-Lua,
entre outros. Foram realizadas também, sessões de
reconhecimento
do céu a olho nú e
observações solares e noturnas através de
telescópios.
Um dos destaques do evento
foi a palestra do astronauta
brasileiro Marcos Pontes,
realizada
no Teatro Municipal de Toledo e reuniu aproximadamente
700
pessoas. Em aproximadamente 2 horas de fala, Marcos Pontes contextualizou sua carreira, os desafios que enfrentou, como foi o processo de seletivo, o treinamento e curiosidades sobre a I Missão Espacial Brasileira.
O FOCAR
integra o Projeto
"Céu do Paraná", coordenado pela
Universidade Estadual de Ponta
Grossa e realizado em parceria com o
Parque da Ciência,
Observatório Astronômico e Planetário do
Colégio Estadual do
Paraná, UFPR, UTFPR e Sociedade de
Astrônomos Amadores.
O próximo
FOCAR está previsto
para a primeira semana de
outubro e será realizado em
Cascavel.
Para maiores informações estarão disponíveis no
blog do Parque da Ciência e no site "Céu
do Paraná".
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Ubiratã e Clevelândia recebem Paraná em Ação em agosto!
- Posted on 11:49
- by Parque da Ciência
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Em agosto o programa Paraná
em Ação estará presente em Ubiratã (entre os dias 10 e 12/08) e
Clevelândia (24 a 26/08), ofertando serviços gratuitos de
confecção de documentos,
orientação jurídica e
realização de
exames de saúde, além de atividades
de
educação, cultura e
lazer.
O Parque da
Ciência
é parceiro no evento estará
presente com as sessões do Planetário
do Projeto Céu do Paraná e com diversos
experimentos
científicos.
O programa Paraná em Ação é
coordenado pela Secretaria
Especial de
Relações com a Comunidade
e visa ofertar
serviços e
atividades que promovam a
inclusão
social e a cidadania. Mais informações
podem ser encontradas no site do programa
www.serc.pr.gov.br.
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Parque da Ciência apresentou trabalhos no II SNEA!
- Posted on 11:35
- by Parque da Ciência
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O Instituto de
Física da
Universidade de São Paulo sediou o II
Simpósio Nacional de
Educação em Astronomia entre os dias 24 e 27 de julho. O
objetivo do evento é favorecer a
interação entre pesquisadores
da área e discutir o panorama da
educação em Astronomia. Cerca
de 240 pesquisadores, professores e interessados inscreveram-se
para o evento.
O Parque da
Ciência
participou do evento expondo a
metodologia e as impressões
preliminares dos Cursos de
Formação Continuada em Astronomia
(FOCAR) realizados até o momento
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Ponto Ciência: muitos recursos e ideias a disposição do educador!
- Posted on 11:20
- by Parque da Ciência
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Por Anisio Lasievicz
O site Ponto Ciência dispõe de um vasto material envolvendo experimentos da Matemática, Física, Astronomia,Química, Biologia, entre outras áreas. A maioria das atividades é realizada com materiais simples, disponíveis em qualquer lugar.
Todos dispõem de um roteiro para a realização das experiências e alguns têm vídeos demonstrativos no youtube. Com certeza é um recurso muito poderoso no enriquecimento docotidiano escolar.
Para visitar o site do Ponto Ciência, acesse o link abaixo:
domingo, 29 de julho de 2012
Fascínio do Universo: Livro disponível para download gratuito!
- Posted on 20:31
- by Parque da Ciência
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Por Anisio Lasievicz
Quer conhecer mais sobre a Astronomia e os principais avanços e mistérios nesta área do conhecimento? O Livro "Fascínio do Universo" é uma boa opção.
Editado pelos pesquisadores Augusto Damineli e João Steiner do IAG - Instituto de Astronomia Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, aborda temas como evolução da vida, galáxias, sistemas planetários, exoplanetas entre outros, com uma linguagem simples e detalhada.
O livro "Fascínio do Universo" pode ser baixado através do link abaixo:





















