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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CLIMA DO PARANÁ

Por: Rafael Briones Matheus


Figura 01 - Distribuição Climática do Paraná. Fonte http://www.geografia.seed.pr.gov.br


O Paraná é localizado na região de clima Subtropical, com temperaturas amenas, e tem pequena parte de seu território na região de clima Tropical. As máximas podem chegar a 40°C (Norte, Vale do Ribeira, Oeste e Litoral), e as mínimas (nos planaltos e áreas serranas), registram temperaturas abaixo de zero. A amplitude térmica anual do estado varia entre 12° e 13°C, com exceção do litoral, onde as amplitudes térmicas variam de 8°a 9°C. O território paranaense não apresenta uma estação seca bem definida. As menores quantidades de chuvas se dão no extremo noroeste, norte e nordeste do estado e as maiores ocorrem no litoral, junto às serras nos planaltos do centro sul e do leste paranaense.

Figura 01 - Clima do Paraná. Fonte: http://files.professoralexeinowatzki.webnode.com.br
 
De acordo com a classificação de Köppen, na maior parte do estado do Paraná predomina o clima do tipo C (Mesotérmico), sendo seguido pelo clima do tipo A (Tropical Chuvoso), e se subdividem da seguinte forma:

a) Af - Clima Tropical Superúmido, com média do mês mais quente acima de 22° C e do mês mais frio superior a 18°C, sem estação seca e isento de geadas. Ocorre em todo litoral e nas encostas orientais da Serra do Mar;

b) Cfb - Clima Subtropical Úmido (Mesotérmico), com média do mês mais quente inferior a 22 ° C e do mês mais frio inferior a 18 °C, sem estação seca, verão brando e geadas severas, demasiadamente frequentes. Distribui-se pelas terras mais altas dos planaltos e das áreas serranas (Planalto de Curitiba, Campos Gerais, Guarapuava, Palmas, etc);

c) Cfa - Clima Subtropical ùmido (Mesotérmico), com média do mês mais quente superior a 22 °C e no mês mais frio inferior a 18 °C, sem estação seca definida, verão quente e geadas menos freqüentes. Distribuindo-se pelo norte, Centro, Oeste e Sudoeste do estado e pelas encostas litorâneas da Serra do Mar.


REFERÊNCIAS

WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná com fundamentos de geografia geral. Curitiba: Editora Ensino Renovado, 1985. 5° ed.
<http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/Produtos_DGEO/Mapas_ITCG/PDF/Mapa_Climas_A3.pdf> Acesso em 15/09/14

<http://professoralexeinowatzki.webnode.com.br/geografia-do-parana/clima-do-parana/> Acesso em 15/09/14

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CLIMATOLOGIA - PARTE II

Por: Rafael Briones Matheus

 Imagem captada pelo satélite meteorológico russo Electro-L. Fonte: http://www.dn.pt

Conforme visto no informe anterior, a crescente evolução do conhecimento técnico-científico ligado à climatologia, juntamente com o avanço de tecnologias desenvolvidas para a coleta de dados meteorológicos, possibilitaram conhecer e  entender a complexa dinâmica do clima. Agora veremos os elementos e os fatores geográficos que influenciam no clima. 

Elementos Climáticos

São as características físicas que representam as propriedades da atmosfera de um dado local. São elas: Temperatura, Umidade e Pressão Atmosférica. Existe uma constante variação destes elementos, que se deve principalmente, pela alteração dos fatores geográficos do clima.

Fatores Geográficos do Clima

Latitude: É um fator definido pelo condicionamento astronômico, influenciando na quantidade de energia solar incidente na superfície terrestre. O movimento de rotação da Terra define dias e noites, porém sua duração depende da distância em relação a linha do Equador. A inclinação do eixo de rotação, juntamente com o movimento de translação distribui sazonalmente a recepção de energia na superfície. 

Figura 01 - Incidência da energia solar. Fonte: http://solegelo.blogspot.com.br


Altitude e Relevo: Segundo Francisco Mendonça, se considerarmos duas regiões com latitudes semelhantes, porém com altitudes diferentes, aquele que estiver mais alto terá sua temperatura diminuída 0,6 C°, para cada 100 mts de elevação (MENDONÇA, 2007).

Legenda: Figura 02 - Influência da altitude no clima
 Fonte: 
http://files.professoralexeinowatzki.webnode.com.br/

Maritimidade e Continentalidade: A maritimidade é um fator regulador da temperatura e da umidade disponível na atmosfera através dos oceanos, promovendo a distribuição de energia entre oceanos e continentes. Existe um aquecimento diferenciado entre as massas oceânicas e as superfícies dos continentes, sendo que o efeito da continentalidade se expressa na temperatura e na umidade relativa, devido ao distanciamento dos oceanos e mares. Portanto, as amplitudes térmicas são maiores nas superfícies continentais e menores nas superfícies oceânicas.

Vegetação: A superfície de áreas florestadas recebe uma incidência menor de raios solares em relação às regiões sem cobertura vegetal, devido a presença das copas, troncos e galhos das árvores. Estas áreas exercem papel fundamental na disponibilidade de umidade na atmosfera, e conforme visto, a umidade funciona como agente regulador de temperatura.

Atividades Humanas: A superfície do solo urbano, coberta com prédios, casas, asfalto, favorece o aquecimento destes ambientes. Estas intervenções acabam impermeabilizando o solo, promovendo um déficit na disponibilidade de umidade na atmosfera, já que a água das chuvas escorre para as galerias de águas pluviais, deixando de permear e irrigar o solo. Estes fatores possibilitam o aquecimento anormal destes ambientes, seja pelo aquecimento das estruturas urbanas, ou pela falta de umidade na atmosfera, acarretando o fenômeno conhecido como ilha de calor. 

Já o efeito estufa "é um fenômeno natural cuja ocorrência remete a origem da atmosfera” (MENDONÇA, 2007). Nas últimas décadas este processo vem sendo intensificado pela ação humana, com a queima de combustíveis fósseis utilizados nas indústrias e nos veículos, atividades agrícolas, queimadas e desmatamento(MENDONÇA, p.185). Alguns cientistas e os meios de comunicação têm chamado este aumento da temperatura de aquecimento global. Porém há outra corrente de pesquisadores, que afirmam que este incremento na temperatura global é um processo natural.

Figura 03 - Charge sobre o aquecimento global. Fonte: http://jessica.domingues.zip.net
Circulação Geral da Atmosfera

Células de Circulação Atmosférica:



Figura 04 - Células de circulação atmosférica. Fonte: http://fisica.ufpr.br 
Para entendermos o funcionamento da circulação dos ventos na atmosfera, é necessário o conhecimento de alguns processos físicos, em especial os movimentos convectivos do ar. De acordo com a figura 04, os centros de alta pressão (regiões polares) são dispersores de ventos para regiões de baixa pressão (regiões equatoriais). Estes movimentos do ar de regiões mais frias para as quentes são fundamentais para o transporte de umidade, e consequentemente para a distribuição de chuvas no planeta. Desta forma, o deslocamento do ar se dá em toda superfície planetária através de células convectivas, que são chamadas de Células de Hadley, Ferrel e Polar (figura 05). 

Figura 05 - Perfil - Células de circulação atmosférica.  Fonte:http://geoconceicao.blogspot.com.br

Massa de Ar:

É uma grande porção de ar, de grande espessura, que apresenta uma uniformidade horizontal. Apresenta propriedades físicas quase homogêneas, principalmente em relação à temperatura e umidade. As massas de ar se formam sobre grandes porções de terra ou de água, sobre as quais a circulação do vento se faz discretamente. Nestas condições, o ar próximo à superfície se desloca de modo gradual, adquirindo características uniformes que se aproximam daquelas da superfície, enquanto que o ar superior vai se ajustando às condições de temperatura e umidade da superfície. As massas de ar são, eventualmente, carregadas na circulação geral para longe de suas regiões de origem, na direção de outras partes do mundo. Dessa forma, o ar tropical, quente e úmido, é transportado na direção norte, enquanto que ar polar, frio e seco se desloca para o sul. À medida que as massas de ar se deslocam, tendem a reter suas propriedades, principalmente em altitude. As camadas da superfície modificam-se, em função das superfícies sobre as quais se deslocam. Quando duas massas de ar, de regiões de origem diferentes, se encontram, elas tendem a preservar suas identidades físicas, em vez de se misturarem livremente. Como consequência disso, elas criam "frentes" ou "descontinuidades", ao longo da zona limítrofe. Quando uma frente cruza uma certa região, ocorre uma variação brusca nas propriedades do ar, devido à substituição de um ar pelo outro. É ao longo dessas frentes que ocorrem as principais variações do tempo. A distribuição de temperatura e umidade nas massas de ar, exerce efeito de grande importância sobre o tempo.

Classificação das Massas de Ar:
Com relação à latitude de origem as massas de ar são divididas em quatro tipos: (A) árticas, (P) polares, (T) tropicais e (E) equatoriais. As diferenças entre os ares polar e ártico, e entre os ares tropical e equatorial são pequenas e de pouca significação. Os tipos de massas de ar são subdivididos, com referência à natureza das superfícies sobre as quais elas se originam, em: continental (c) se a massa de ar forma-se sobre a terra, e marítima (m) se a massa de ar origina-se sobre o mar.Partindo-se das observações à superfície pode-se classificar as massas de ar como: quentes (w) e frias (k), significando, respectivamente, serem mais quentes ou frias que a superfície com a qual estão mantendo contato.

Legenda: Figura 06 - Massas de ar atuantes no Brasil. Fonte: http://blogjackiegeo.blogspot.com.br

PARA SABER MAIS:


Mendonça, Francisco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. 1° Edição, São Paulo, Oficina de Textos, 2007.

A farsa do aquecimento global. Disponível em: 
<http://www.youtube.com/watch?v=fXLwPT3VL0I>

Climatologia. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=tCpDXAE-cMs>

Mudanças Climáticas. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=ssvFqYSlMho>

Camada de Ozônio. Disponível em:
<http://www.youtube.com/watch?v=Ck_mRXHdUw4&list=PLD562B50308CF0EA8>

Clima e Relevo. Disponível em:
<http://www.youtube.com/watch?v=hJ54uEwJLK0&list=PLD562B50308CF0EA8&index=16>


REFERÊNCIAS:

MENDONÇA, Francisco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 1 ed. 

INSTITUTO DE ASTRONOMIA, GEOFÍSICA E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS (IAG). Massas de ar. Disponível em: <http://www.iag.usp.br/siae98/massasar/massas.htm> Acesso em 10/07/14

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE). Previsão de chuvas já reflete condições de El Niño no Oceano Pacífico. Disponível em: <http://clima1.cptec.inpe.br> Acesso em: 10/07/14

COMO TUDO FUNCIONA. Classificação das massas de ar. Disponível em: <http://ciencia.hsw.uol.com.br/massas-de-ar1.htm> Acesso em: 11/07/14

quinta-feira, 10 de julho de 2014

CLIMATOLOGIA - PARTE 1

Por: Rafael Briones Matheus



Breve Histórico da Climatologia:

Figura 01 - Busto de Hipócrates.
Fonte:http://vivendociencias.blogspot.com.br
Os primeiros relatos que tratam de citações sobre as condições atmosféricas e a distribuição das chuvas, datam aproximadamente 400 a.C. com as obras: "Ares, Água e Lugares" de Hipócrates e "Meteorológica" de Aristóteles, onde tais autores descrevem características climáticas de algumas regiões na Europa.

Figura 02: Busto de Aristóteles. Fonte: http://nova-acropole.org.br
 













O domínio dos romanos sobre o mundo grego provocou uma queda considerável da produtividade intelectual. Com o renascimento o interesse pelos estudos atmosféricos foi retomado. Em 1593, Galileu Galilei inventa o termômetro, e em 1643, Torricelli desenvolve o primeiro barômetro.



              Figura 04 - Gravura de Evangelista Torricelli.
        Fonte: http://pixels.com
Figura 03 - Gravura de Galileu Galilei. 
Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia
 
 Figura 05 - Satélite Meteorológico TIROS VI.
 Fonte: http://www.ospo.noaa.gov
Após este período os avanços foram cada vez mais rápidos, já que a expansão capitalista europeia necessitava deste conhecimento para as navegações, e também para a exploração das suas colônias. (MENDONÇA, 2007). Com as grandes guerras mundiais, este conhecimento foi sistematizado e o monitoramento dos elementos atmosféricos passou a ser importante para preparação de defesas e ataques militares. Em 01 de abril de 1960 começaram as primeiras observações orbitais sistemáticas da Terra com o lançamento do primeiro satélite meteorológico TIROS, que usava um sistema de câmara de televisão de resolução espacial relativamente baixa. Este satélite tinha por objetivo mostrar a viabilidade de observação de cobertura de nuvens da Terra. O último satélite da série TIROS, o TIROS-10, foi lançado em julho de 1965, com a finalidade de fazer observações de tempestades tropicais. Esta série de satélites teve um sucesso notável (Fischer, 1975; Rao et al, 1990).



O aprimoramento técnico-científico da sociedade pós-guerra, principalmente no período da Guerra Fria, permitiu a construção de equipamentos para o monitoramento das condições atmosféricas. O lançamento de satélites meteorológicos foram fundamentais para o conhecimento e acompanhamento constante da atmosfera. Em 1873, a fundação da Organização Meteorológica Internacional (OMI), e em 1950 substituída pela Organização Meteorológica Mundial, possibilitaram a criação de uma rede mundial de informações, contribuindo para a ampliação do conhecimento a respeito das camadas de ar que envolvem a Terra. Atualmente, o constante aumento da velocidade da comunicação planetária,  promovido pela Internet, melhorou o acesso de informações da dinâmica atmosférica regional e planetária, contribuindo para o avanço de pesquisas e estudos meteorológicos. Durante muito tempo a meteorologia e a climatologia era parte de um só ramo do conhecimento, e a partir do séc. XVIII a meteorologia passou a integrar um ramo das ciências naturais (física). Com o aprimoramento das técnicas de coleta de dados, surge a climatologia como ciência humana voltada a espacialização dos fenômenos e dos elementos atmosféricos.


Meteorologia e Climatologia
Durante muito tempo a meteorologia e a climatologia era parte de um só ramo do conhecimento, e a partir do séc. XVIII a meteorologia passou a integrar um ramo das ciências naturais (física). Com o aprimoramento das técnicas de coleta de dados, surge a climatologia como ciência humana voltada a espacialização dos fenômenos e dos elementos atmosféricos. Em 1873, a fundação da Organização Meteorológica Internacional (OMI), e em 1950 substituída pela Organização Meteorológica Mundial, possibilitaram a criação de uma rede mundial de informações, contribuindo para a ampliação do conhecimento a respeito das camadas de ar que envolvem a Terra. Atualmente, o constante aumento da velocidade da comunicação planetária, promovido pela Internet, melhorou o acesso de informações da dinâmica atmosférica regional e planetária, contribuindo para o avanço de pesquisas e estudos meteorológicos.


O que é Tempo e Clima?
Tempo atmosférico é o estado momentâneo da atmosfera em um dado instante e lugar, sendo caracterizado pela insolação, temperatura, umidade (precipitação, nebulosidade) e pressão atmosférica.
Clima é o comportamento médio dos elementos atmosféricos avaliados por um período de 30 anos. Para Julius Hann, clima é “o conjunto de fenômenos meteorológicos que caracterizam a condição média da atmosfera sobre cada lugar da Terra”. (Mendonça, 2007).

PARA SABER MAIS:

http://www.youtube.com/watch?v=C9mya2G6Ux8
Mendonça, Francisco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. 1° Edição, São Paulo, Oficina de Textos, 2007.

REFERÊNCIAS:

Mendonça, Francisco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. 1° Edição, São Paulo, Oficina de Textos, 2007.

terça-feira, 15 de abril de 2014

O QUE É O FENÔMENO EL NIÑO?

Por: Rafael Briones Matheus


Figura 01: Imagem do fenômeno El Niño. Fonte: INPE

O termo El Niño é advindo da língua espanhola e refere-se ao aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacifico. Esta denominação foi dada por pescadores peruanos e equatorianos, pelo fato de tal evento ocorrer próximo ao período natalino sendo, portanto, uma referência ao menino Jesus. Trata-se de um fenômeno oceano atmosférico que afeta o clima regional e global e influencia circulação atmosférica, alterando os regimes de chuvas em regiões tropicais, podendo acarretar uma série de problemas ambientais.
É comum no início do ano, entre os meios de comunicação, a divulgação da seguinte pergunta, este ano ocorrerá El niño ou La niña?. Devemos lembrar que La Niña também é conhecido como Anti-El Niño, e seu mecanismo se dá basicamente pelo processo inverso, com o resfriamento atípico das águas do Pacifico. Este fenômeno também desempenha considerável impacto nas atividades humanas (MENDONÇA, 2007).


COMO FUNCIONA O FENÔMENO EL NIÑO?

Em anos normais, sem a presença do El Niño e La Niña, as águas do Oceano Pacífico na região equatorial oeste são mais aquecidas em relação a costa oeste da América do Sul, onde as águas do Pacífico são mais frias.

Figura 02 - Animação das condições normais. Fonte: INPE 
O fluxo das águas quentes só recebe o nome de El Niño quando a variação térmica atinge de 1°C até 6°C, acima da média térmica que é de 23°C. 

Figura 03 - Animação do El Niño. Fonte: INPE

O aquecimento das águas oceânicas podem ocasionar consequências no tempo e no clima em todo planeta. Entretanto, há mudanças também na atmosfera próxima a superfície oceânica, enfraquecendo os regimes dos ventos alísios. O aquecimento anormal do oceano pacífico somado ao enfraquecimento dos ventos possibilitam a mudança da circulação atmosférica, influenciando no transporte de umidade e na distribuição de chuvas em regiões tropicais e extratropical. Na interação entre águas oceânicas e atmosfera há uma troca de energia e umidade que determinam o comportamento do clima, e as mudanças neste processo podem afetar o clima regional e global.


EFEITOS DO EL NIÑO NO BRASIL

  • Região Norte: Secas no norte e leste da Amazônia, o que provoca o aumento da ocorrência de incêndios florestais.
  • Região Nordeste: Secas de diversas intensidades na região norte do nordeste.
  • Região Sudeste: Aumento das temperaturas médias, principalmente no inverno e no verão.
  • Região Centro-Oeste: Chuvas acima da média climatológica e temperaturas mais altas no sul do Mato Grosso do Sul.
  • Região Sul: Precipitações acima da média, principalmente no equinócio de primavera. Há o aumento da temperatura média, e as frentes frias que atingem esta região tendem ficar estacionadas por vários dias, provocando chuvas constantes.



PARA SABER MAIS:

Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE):

http://www6.cptec.inpe.br/enos/index_.shtml#

http://videoseducacionais.cptec.inpe.br/swf/elnino_lanina/5/


REFERÊNCIAS:

Mendonça, Francisco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. 1° Edição, São Paulo, Oficina de Textos, 2007.

CPTEC. El Niño e La Niña. Disponível em: <http://www6.cptec.inpe.br/enos/index_.shtml#>. Acesso em: Fev. 2014.

CPTEC. El Niño e La Niña. Disponível em:<http://enos.cptec.inpe.br/>. Acesso em: Fev. 2014.